segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Dilma pode ganhar no 1º turno. Ela já tem 40%.

FÓRUM: DILMA ABRE 6 NO 2º TURNO E PODE LEVAR NO 1º. 
Tem 40%  contra 41% dos outros candidatos.

:
Tracking de uma campanha presidencial, divulgado pela revista Fórum, aponta a presidente Dilma Rousseff com 40% das intenções de voto, Marina Silva, 22%, e Aécio Neves, 17%; os outros candidatos somados, 2%; em simulação de segundo turno, Dilma teria 45%, contra 39% de Marina; numa disputa com tantas reviravoltas, em que a petista chegou a ficar 10 pontos atrás da candidata do PSB, mesmo o segundo turno já não é algo tão certo; somados os votos de todos os outros contra Dilma, o resultado é 41% a 40%.
22 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 18:03



247 - A disputa ao Palácio do Planalto desse ano, que parecia ter um cenário consolidado antes da morte de Eduardo Campos, tem agora mostrado cada vez mais reviravoltas. A presidente Dilma Rousseff (PT), que chegou a ficar 10 pontos atrás da adversária do PSB, Marina Silva, agora abre seis pontos de vantagem no segundo turno e pode sair vitoriosa logo no primeiro, de acordo com o tracking de uma campanha, divulgado pela revista Fórum. Segundo a pesquisa interna, a diferença entre as intenções de voto da petista e a soma dos votos dos adversários de Dilma é de 40% e 41%. Leia abaixo o texto publicado no Blog do Rovai:

Tracking: Dilma abre seis pontos sobre Marina no segundo turno

A realidade é outra, me diz o interlocutor com quem consegui os dados que seguem. De fato, muita coisa mudou desde que o jato com Eduardo Campos caiu na cidade de Santos. Houve um momento em que Dilma ficou 10 pontos atrás de Marina na simulação de segundo turno e que a reeleição se tornou zebra. Hoje, porém, o tracking da Vox Populi aponta a presidenta com 45% e Marina com 39%. Mas mesmo o segundo turno já não é algo tão certo.

Dilma teria hoje 40% das intenções de voto, Marina, 22%, e Aécio, 17%. Os outros candidatos somados, 2%. Ou seja, a eleição está em empate técnico. Somados os votos de todos os outros contra Dilma, o resultado é 41% a 40%. Mas, além disso, a curva de queda de Marina e o crescimento, mesmo lento, de Aécio ainda dão um fio de esperança ao tucano de passá-la na reta final.

Para que isso aconteça Aécio teria de crescer em São Paulo e Minas e assim compensar a diferença de votos que Marina deve ter sobre ele principalmente no Rio de Janeiro e no Nordeste.

Se porventura o segundo turno for entre Dilma e Aécio, a vantagem da presidenta é de 15 pontos, 49% a 34%. Na campanha de Dilma, porém, há quem ache que Marina combalida pode ser uma adversária mais fácil do que um Aécio no embalo. Este blogueiro também acha isso.

Este tracking também traz um outro dado interessante, o da firmeza dos votos. Dos eleitores de Dilma, 82% se dizem completamente decididos. Entre os de Aécio esse número é de 75% e para os de Marina, 74%.

A reta final desta eleição tende a ser muito emocionante. Quem achava que seria um voto a voto entre Dilma e Marina para ver quem ficaria em primeiro lugar no primeiro turno, tende a ver um voto a voto entre Marina e Aécio pela segunda vaga. Isso se o Imponderável Futebol Clube não resolver pregar mais uma peça e fazer de Dilma presidenta reeleita já em 5 de outubro.

Quem não está nada feliz com essa notícia são os especuladores do mercado financeiro, por isso a Bolsa está caindo hoje.

sábado, 20 de setembro de 2014

Dilma dispara no Jequitinhonha e no norte de Minas. Pimentel vence no primeiro turno.

 

Candidata à reeleição tem 54,4% no norte de Minas e 48,1% das intenções de voto no Vale do Jequitinhonha. Aécio Neves apresenta o pior desempenho no Vale, com apenas 12,7%.











































Pesquisa realizada pelo Instituto DataTempo/CP2 e publicada na edição deste sábado, no jornal “O Tempo”, aponta que a presidente Dilma Rousseff tem 54,4% no norte de Minas e 48,1% das intenções de voto na região do Vale do Jequitinhonha. Dilma dá uma balaiada de votos em seus adversários Aécio Neves e Marina. 

Aécio Neves tem apenas 12,1% no Vale do Jequitinhonha, seu pior índice em todas as regiões de Minas. Depois do Vale, Aécio está muito mal na Zona da Mata, com 14,1%, região de seu operador político, Danilo de Castro.

A vantagem de Dilma no Jequitinhonha só é menor do que a apresentada no Norte de Minas, onde a candidata do PT é citada por 54,4%, contra 10,7% de Marina Silva e 20,1% de Aécio Neves.

Das 12 regiões de Minas, Dilma lidera em dez, inclusive no Vale do Mucuri (43,5% contra 23,9% de Marina e 17,4% de Aécio) e Vale do Rio Doce (35,3% contra 26,6% de Marina e 20,7% de Aécio). A pesquisa realizou 2.075 entrevistas entre os dias 11 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2,16%. O registro na Justiça Eleitoral é BR 00650/2014.

No âmbito do Estado, Dilma acumula 39,9% das intenções de voto, contra 22,3% de Marina Silva e 21,1% de Aécio Neves. Em relação à pesquisa anterior, realizada em 30 de agosto, a petista subiu 3,7 pontos percentuais, enquanto Marina subiu 1,8 ponto percentual e o tucano caiu 5,4 pontos percentuais. Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a presidenta atual seria reeleita por 47,2% contra 34,4%. Quando o adversário é Aécio Neves, Dilma fica com 49,8% contra 32,5% do tucano. Entre Marina e Aécio, o candidato do PSDB perde também: 39,9% a 34,9%.

Comparado a outras regiões, é no Jequitinhonha que o presidenciável Aécio Neves tem seu pior desempenho, com 12,7% das intenções de voto. Em seguida vem a Zona da Mata, onde Aécio é o preferido de apenas 14,1% dos entrevistados. Já Marina Silva apresenta o pior desempenho no Norte de Minas, com 10,7% de preferência, seguido do Jequitinhonha, com 19%.


GOVERNO DO ESTADO

Para o governo do Estado, a situação mostra um quadro também favorável para o candidato do PT, Fernando Pimentel, que venceria as eleições no primeiro turno com 39,2% das intenções de voto contra 23,5% para o candidato do PSDB, Pimenta da Veiga, e 4,1% para o candidato do PSB, Tarcísio Delgado. A pesquisa estadual foi divulgada na edição anterior, da sexta-feira, dia 19, e não apresentava a distribuição dos votos por região.

Fonte: Jornal O TEMPO e Portal de Capelinha.

Quanto custa o voto no Vale do Jequitinhonha?

Muitos candidatos compram seu voto, através de negociações com líderes locais. Você pode não querer saber, mas seu voto foi vendido sem sua autorização.

Nas campanhas ricas, cada voto no Vale do Jequitinhonha fica entre R$ 50 e R$ 80.  


As eleições  de 2014 estão tomando conta das casas, ruas e comunidades do Vale do Jequitinhonha, no nordeste de Minas Gerais. Nunca se viu tanto movimento nos aeroportos de Diamantina, Capelinha, Araçuaí, Salinas e Almenara.  Os candidatos de outras regiões descem dos seus aviões, encontram-se com líderes políticos. Às vezes, em hotéis próximos ao Aeroporto como em Araçuaí, no Médio Jequitinhonha, e fazem negociações políticas e econômicas para obter apoios eleitorais e uma quantidade de votos suficientes para preencherem o que falta para suas eleições.

Que negociações são essas? O que, como e por quanto os votos são comprados no mercado eleitoral? Quem vende e quem compra? Quais as garantias de entrega do produto que sairá das urnas no dia 5 de outubro?
Você, eleitor do Vale, deu procuração em branco, para negociar o seu voto?

Pois, entenda um pouco, o que vem acontecendo.  

O custo médio de uma campanha dos candidatos às 77 vagas na Assembléia Legislativa e aos 53 cargos na Câmara Federal é de R$ 2 milhões para estadual e R$ 3 milhões para federal, em cada campanha.

Pelas prestações de contas oficiais, o custo por voto é de R$ 22. Ou seja, um candidato a deputado estadual gastaria cerca de R$ 1 milhão para obter 50 mil votos e ser eleito. Porém, o custo é muito maior. Chega ao dobro, R$ 44 por voto.

“Não tem eleição sem dinheiro, nem eleição só com dinheiro. Tem candidato que é eleito sem gastar muito, tem quem é eleito gastando muito. Estamos avisando para os candidatos que a média de gasto será de R$ 28 por voto para federal. Mas vai ter candidato que vai gastar R$ 10 e outros que vão gastar muito mais que R$ 28”, diz o deputado federal e presidente do PDT em Minas, Mario Heringer. 

E quem financia toda campanha? Os empresários que têm interesse em negócios com os governos ou querem eleger seus representantes para aprovar leis que possam aumentar seus lucros. Por isso, e por tantos outros motivos, a política virou um negócio.

O financiamento de toda campanha é bancado por cerca de 85% de recursos vindos de empresas. Poucos fogem a esta regra.


Quando um líder político local senta com um candidato a deputado, sempre é pedido para a campanha um valor, outro valor para algumas lideranças e outro para si mesmo. E assim é feito uma negociata, um comprando o que ele não tem, pois o voto é do cidadão-eleitor. E o outro vendendo o que não é dele.  Assim acontece, ainda mais em regiões pobres economicamente como os Vales do Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce e norte de Minas.

Alguns candidatos oferecem de 50 a 80 mil para obter 1.000 votos, em uma determinada localidade. Os líderes gastam menos da metade e embolsam o restante. No caso citado, o voto sairia por um valor exorbitante: 50 a 80 reais cada. Se este valor é correto, um deputado federal que obtivesse 100 mil votos estaria gastando entre R$ 5 a R$ 8 milhões em sua campanha. Somente com as despesas locais de busca dos votos para caírem na urna. Fora as despesas com serviços como assessoria, pesquisas, confecção de materiais de propaganda, frete de aviões, automóveis, caminhões, trios elétricos..... Ou seja, deputados que contratam muita gente, que colocam grande visibilidade em suas campanhas, gastam mais de R$ 10 milhões nas suas campanhas.

Nas cidades do Vale corre à boca pequena que um candidato-empresário de Governador Valadares estaria comprando votos, oferecendo mais de R$ 60 mil para a realização da sua campanha para obter 800 votos, em alguns lugares.

Outro candidato a deputado federal do Vale do Mucuri apresenta uma campanha com grande visibilidade e contrata um batalhão de garotas para convencer o eleitor, além de gastar milhões com o financiamento de seus líderes políticos e ações de compra de votos.   

Quanto mais um candidato tem apoio de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e ex-vereadores, os chamados “políticos”, mais ele gasta. São justamente os chefes políticos locais que se acham donos dos votos dos cidadãos e “vendem” esta mercadoria que não é dele. Mas, acham que é. 


O ex-vereador de Berilo, Jovino de Lelivéldia, disse para quem quiser ouvir que o eleitor não vota em deputado, vota no candidato da liderança local. Então, quem tem o voto é o líder local. Com este raciocínio, em toda eleição ele aparecia com um candidato a deputado e faturava com isso. Jovino apresentava ao candidato a deputado o currículo de vereador bom de voto, sendo eleito por 5 vezes consecutivas, sempre praticando corrupção, fazendo compra de votos.
Os candidatos que compram o seu voto, intermediado pelo líder local, não o conhece e nem quer conhecer. Fazem acordos suspeitos e nunca será um verdadeiro representante político seu, da sua cidade, da sua comunidade e de todos os seus sonhos e desejos.  

Mas, há campanhas com pouco dinheiro e trabalho corpo-a-corpo no contato direto com o cidadão-eleitor. Estes candidatos são aqueles que fazem campanha no contato direto, que só oferecem uma logística para levar a sua mensagem, apresentar as suas propostas. Estas campanhas têm um custo muito baixo, com os votos ficando de R$ 5 a R$ 10. As campanhas destes candidatos a deputado estadual ou federal ficam entre R$ 200 mil a R$ 500 mil. A arrecadação se dá entre amigos e apoiadores que acreditam nas propostas de seu representante. Destes, são poucos os que conseguem se eleger, devido à compra direta e indireta do voto.

Então, caro eleitor, pense bem antes de decidir em quem votar. Os candidatos que aparecem pela primeira vez na sua cidade ou comunidade sem ter prestado serviços anteriores na região estão, com certeza, a serviço de outros interesses e não os seus ou de seu povo.

Por tudo isso, é fundamental uma reforma política em que todos os candidatos tenham as mesmas condições na disputa eleitoral. O financiamento público das campanhas é uma grande solução. Alguns dirão que não se pode gastar dinheiro público com eleições. Acontece que quando as empresas financiam as campanhas elas cobram a fatura lá na frente e bem mais do que gastaram. Os custos ficam muito mais altos. E assim, desencadeia um processo de corrupção. O representante político não representa a população, mas os interesses de seus financiadores. Assim surge o político corrupto e as empresas corruptoras.   



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cresce a procura por telhas antigas de demolição no Vale do Jequitinhonha.

Nas principais capitais da região sudeste como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte o preço do milheiro das telhas varia de R$ 1 mil a R$ 2 mil reais.

Foto: arquivoCresce a procura por telhas antigas de demolição no Vale do Jequitinhonha.
As telhas de velhos casarões centenários estão sendo usadas em casas de endinheirados, principalmente do eixo, Rio, São Paulo e BH
  
Quem acredita que aquelas telhas velhas retiradas da cobertura da casa para dar lugar a um telhado novinho, não tem valor, está completamente enganado.

No eixo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, o milheiro pode chegar a R$ 2mil reais .Quanto mais velha, mais valorizada , principalmente aquelas  modelo coxa.

Elas são conhecidas assim , porque, de acordo com a historia  os escravos que não podiam desempenhar serviços pesados devido a doenças, eram destinados a serviços "mais leves" e com isso trabalhavam nas olarias fazendo tijolos e telhas.
  
No caso das telhas  elas eram moldadas nas coxas dos   escravos  e não havia padronização de tamanho.  Quando o telhado ficava pronto apresentava um aspecto irregular, daí o termo "feito nas coxas".

O preço do modelo canoa  está na faixa de R$ 2 a R$ 3 reais a  unidade em São Paulo e Minas Gerais.
  
De acordo com decoradores, arquitetos  e paisagistas, o modelo é excelente para decoração ou mesmo cobrir antigas casas ou construções novas imitando o estilo colonial rústico. 

 O mercado está aquecido. A procura é muito grande, principalmente entre proprietários endinheirados de casas de praia, fazendas e condomínios de luxo próximos à áreas onde existem preservação de matas nativas. “ A idéia é retomar o estilo colonial das velhas fazendas de engenho”, diz uma arquiteta.
  
Em Araçuai e outras cidades da região do Vale do Jequitinhonha, a procura pelo produto vem se intensificando.
  
Os compradores estão  usando moradores da cidade para não despertar a atenção sobre o real valor do produto no mercado.
  
 Eles oferecem em torno de R$ 0,30 a R$0,50 centavos por unidade que é revendida  depois com  ágio de até 70%.

No Rio de Janeiro o preço da unidade pode chegar até a R$ 4 reais.

As mais procuradas são aquelas com dimensões de 50 a 56 centímetros de comprimento por 14 a 16 centímetros de largura na parte estreita, por 19 a 23 centímetros na parte larga, cujo peso médio pode chegar até a 2 quilos cada unidade.
  
“ É importante  saber de onde as telhas foram retiradas. Aquelas saídas de antigos casarões, com idades entre 100 a 200 anos são as mais procuradas”, diz uma arquiteta.
  
Pela internet sites especializados em vendas  desse tipo de produto, a exemplo do mercado livre (produto.mercadolivre.com.br) trazem informações sobre onde encontrar, preço e como pagar este tipo de mercadoria.

Gazeta de Araçuai

Desfile cívico reconta história de Araçuai em seus 143 anos de emancipação

O desfile contou com a participação de estudantes das 30 escolas do município

Foto: Marconi FotografiasDesfile cívico reconta história de Araçuai em seus 143 anos de emancipação
Desfile foi puxado por um carro com painel homenageando as memorialistas Clea Dalva e Zina Chaves, ambas falecidas. Elas realizaram pesquisa sobre Araçuai
Estudantes das 30 escolas públicas e particulares de Araçuai, recontaram na manhã desta sexta-feira (19)  a história do município,  durante desfile cívico em homenagem aos 143 anos de emancipação de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha.

Pelo menos 3  mil pessoas participaram da festa. 

 O desfile durou cerca de 2 horas e percorreu a rua Dom Serafim, no centro da cidade, até a praça do Fórum, onde foi instalado o palanque oficial.  

Foram lembrados desde os primeiros moradores, passando pelos canoeiros, tropeiros,  índios, bandeirantes, imigrantes,  surgimento do comércio, a chegada e o fim  da estrada de ferro Bahia-Minas, as grandes enchentes,  a inauguração da luz elétrica, as famílias tradicionais, os coronéis da política ,  os clubes e bares da cidade,  a implantação da Diocese, do Colégio Nazareth, até os dias atuais.
  
As escolas dividiram os alunos em pelotões e cada um explorou um tema determinado.

Grandes painéis  empurrados por um grupo de estudantes, com fotos dos casarões e casebres, lembravam como eram as moradias dos séculos 18 e 19 na cidade.

O desfile foi puxado por um carro com um painel  com a  foto das memorialistas Cléa Dalva e Virgínia Chaves ( dona Zina ) homenageadas durante o desfile

Elas foram responsáveis pelo mais completo levantamento histórico de Araçuai, através de anos de pesquisa.
  
Ambas faleceram sem ver o sonho realizado que era  a publicação de  um livro  sobre o trabalho.

Esquecidos

Não houve lembrança daquela que pode ter sido a fundadora de Araçuai- Luciana Teixeira-, proprietária da fazenda Boa Vista do Calhau, entre os rios Calhauzinho e Araçuai.
  
De acordo com a história, tudo começou na Barra do Pontal, na confluência dos rios Araçuai e Jequitinhonha, ponto de parada dos canoeiros que traziam da Bahia, entre os anos de 1830 a 1840, mercadorias que se espalhavam pelo sertão, através dos tropeiros.
  
Onde há canoeiros, há mulheres, bebidas alcoólicas e muita folia.
  
O padre Carlos Pereira de Moura, responsável pela igreja  no local, acabou expulsando as prostitutas , que desorientadas emigraram rio acima, achando abrigo na fazenda de Luciana Teixeira que cedeu terras às margens do ribeirão Calhau para que elas pudessem se alojar.


Atraídos pelas mulheres, os canoeiros mudaram de porto e no local surgiu um arraial com nome de Calhau que deu origem à atual Araçuai que foi elevada à categoria de cidade em 21 de setembro de 1871.

Ainda segundo a história, Luciana Teixeira nunca foi prostituta. Pelo menos é o que pode ser constatado em artigo do historiador francês Saint Hilaire que se hospedou com ela em meados de 1817.

Luciana era uma mulata educada e religiosa.  natural da região de Minas Novas , onde faleceu.

No pelotão  de homenagem aos escritores da terra, foram omitidos os nomes do  jornalista Sérgio Vasconcelos, autor de dois livros, Cinthia Colares,   Oto Paulino,   Lindolfo Paixão e Nely Murta.
  
Não teve discursos na abertura do desfile. No palanque oficial, poucos secretários municipais, dois vereadores, o prefeito e a vice prefeita, a delegada de polícia e representantes das famílias das memorialistas Clea Dalva e Zina Chaves.
  
A medida que os pelotões das escolas passavam em frente ao palanque, o representante dele era chamado  para subir e receber uma lembrança dos 143 anos da cidade., uma pequena cerâmica com uma arara pintada. A ave é o simbolo da cidade, cuja nome em tupi-guarani, significa rio das Araras Grandes.
  
Em entrevista à radio CBN e ao jornal Gazeta de Araçuai, o prefeito Armando Paixão do PT, anunciou investimentos na ordem de R$ 2 milhões, que segundo ele,serão utilizados na construção de sete PSFs e calçamento de ruas em bairros da cidade.
  
Questionado sobre a paralisação de obras, como a do Centro de Educação Infantil, no bairro São Geraldo,  iniciadas no governo anterior, Armando Paixão garantiu que elas serão retomadas através de novas licitações.
O prefeito afirmou que a prioridade do governo dele será a Educação, com ênfase para a implantação do Campus da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).

O desfile contou ainda com a participação das fanfarras de Itinga, Capelinha, Itaobim e Coronel Murta.

Fonte: Gazeta de Araçuaí.

DATACAF: MARINA NÃO VAI AO 2º. TURNO !

Desabamento é nacional !


“os dados de hoje foram surpreendentes: Marina caindo no pais inteiro e Aécio crescendo. Nos resultados de hoje apenas, Dilma fica com 38, ela 23 e ele 17. Em SP, Marina fica apenas 4 pontos na frente. Ela cai até no Acre. Um segundo turno contra Aécio volta a ser possível.”

Navalha
Esse é o teor da mensagem que o DataCaf acaba de receber de Havana, de onde chegam as informações e os bilionários recursos dessa instituição de pesquisas de intenção de voto.
Bem que o Aécio dizia …
É preciso dar a mão à palmatóra.
Marina secou com o fim do veloriomico.
Quem manda querer redefinir a escravidão.
Paulo Henrique Amorim
 Fonte: Conversa Afiada.