segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

54 mortes por Febre Amarela nos Vales do Mucuri e Jequitinhonha, informa Secretaria de Saúde.


Em Minas, foram confirmadas 91 mortes pela Febre Amarela com 1.048 casos notificados. Há 178 óbitos suspeitos.
Nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri já aconteceram 54 mortes e 100 casos notificados.
Em 2017, até o momento (24/02), foram notificados 1.048 casos de Febre Amarela, sendo que desses 57 foram descartados e outros 251 são casos confirmados.
Em relação aos óbitos, há 178 óbitos suspeitos. Desses, 91 foram confirmados.
Foram considerados casos confirmados aqueles que apresentaram:
  • Exame laboratorial detectável para Febre Amarela;
  • Exame laboratorial não detectável para dengue;
  • Histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada);
  • Sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso;
  • Exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.
O Informe traz atualização, ainda, das ações assistenciais de enfrentamento à Febre Amarela aos municípios das quatro regiões prioritárias para a doença - Teófilo Otoni, Governador Valadares, Coronel Fabriciano e Manhumirim, como a contratação de leitos extras, apoio nas ações de vacinação, disponibilização de medicamentos, entre outras ações.
» Clique no link a seguir e confira, na íntegra, o informe com Atualização sobre a investigação de casos notificados e confirmados de febre amarela silvestre, Minas Gerais, 2017 (atualizado em 24/02).
Observação: 
a partir dessa semana, a SES-MG passa a publicar o boletim de atualização sobre a situação da Febre Amarela duas vezes por semana, e não mais diariamente, às terças e sextas, a partir das 15h. Essa medida se justifica considerando que houve uma redução significativa no número de casos notificados diariamente.
» Clique aqui e confira a Linha do Tempo das ações da SES-MG para o enfrentamento da Febre Amarela.
 Por Jornalismo SES-MG 

Municípios do Vale do Jequitinhonha e Mucuri .
Dados do dia 24.02.2017 da Secretaria de Estado da Saúde, óbitos
confirmados e notificados com causa da Febre Amarela.
UNIDADE REGIONAL
DE SAÚDE
MUNICIPIO PROVAVEL DE INFECÇÃO
ÓBITOS
CONFIRMADOS
OBITOS
NOTIFICADOS
Diamantina
Itamarandiba
00
01
Diamantina
Rio Vermelho
00
01
Pedra Azul
Joaíma
00
01
Teófilo Otoni
Frei Gaspar
02
03
Teófilo Otoni
Itambacuri
08
17
Teófilo Otoni
Ladainha
14
21
Teófilo Otoni
Malacacheta
03
05
Teófilo Otoni
Novo Cruzeiro
09
17
Teófilo Otoni
Ouro Verde de Minas
00
01
Teófilo Otoni
Padre Paraíso
00
03
Teófilo Otoni

Poté
06
07




Teófilo Otoni
Setubinha
04
08
Teófilo Otoni
Teófilo Otoni
08
15
TOTAL

54
100

Secretaria de Saúde confirma 54 mortes por Febre Amarela, no Mucuri e Jequitinhonha


Em Minas, foram confirmadas 91 mortes pela Febre Amarela.
Nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri já aconteceram 54 mortes e 100 casos notificados.
Em 2017, até o momento (24/02), foram notificados 1.048 casos de Febre Amarela, sendo que desses 57 foram descartados e outros 251 são casos confirmados.
Em relação aos óbitos, há 178 óbitos suspeitos. Desses, 91 foram confirmados.
Foram considerados casos confirmados aqueles que apresentaram:
  • Exame laboratorial detectável para Febre Amarela;
  • Exame laboratorial não detectável para dengue;
  • Histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada);
  • Sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso;
  • Exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.
O Informe traz atualização, ainda, das ações assistenciais de enfrentamento à Febre Amarela aos municípios das quatro regiões prioritárias para a doença - Teófilo Otoni, Governador Valadares, Coronel Fabriciano e Manhumirim, como a contratação de leitos extras, apoio nas ações de vacinação, disponibilização de medicamentos, entre outras ações.
» Clique no link a seguir e confira, na íntegra, o informe com Atualização sobre a investigação de casos notificados e confirmados de febre amarela silvestre, Minas Gerais, 2017 (atualizado em 24/02).
Observação: 
a partir dessa semana, a SES-MG passa a publicar o boletim de atualização sobre a situação da Febre Amarela duas vezes por semana, e não mais diariamente, às terças e sextas, a partir das 15h. Essa medida se justifica considerando que houve uma redução significativa no número de casos notificados diariamente.
» Clique aqui e confira a Linha do Tempo das ações da SES-MG para o enfrentamento da Febre Amarela.
 Por Jornalismo SES-MG 

Municípios do Vale do Jequitinhonha e Mucuri e adjacências
Dados do dia 24.02.2017 da Secretaria de Estado da Saúde, óbitos
confirmados e notificados com causa da Febre Amarela.
UNIDADE REGIONAL
DE SAÚDE
MUNICIPIO PROVAVEL DE INFECÇÃO
ÓBITOS
CONFIRMADOS
OBITOS
NOTIFICADOS
Diamantina
Itamarandiba
00
01
Diamantina
Rio Vermelho
00
01
Pedra Azul
Joaíma
00
01
Teófilo Otoni
Frei Gaspar
02
03
Teófilo Otoni
Itambacuri
08
17
Teófilo Otoni
Ladainha
14
21
Teófilo Otoni
Malacacheta
03
05
Teófilo Otoni
Novo Cruzeiro
09
17
Teófilo Otoni
Ouro Verde de Minas
00
01
Teófilo Otoni
Padre Paraíso
00
03
Teófilo Otoni

Poté
06
07




Teófilo Otoni
Setubinha
04
08
Teófilo Otoni
Teófilo Otoni
08
15
TOTAL

54
100

Centro de Arte Popular – Cemig revela talentos espalhados pelo Vale do Jequitinhonha



Espaço com entrada gratuita exibe obras de 

arte que expressam as mais variadas

manifestações culturais do povo mineiro

pelas mãos de artistas regionais

imagem de destaque
Mestres do saber retratam as tradições de Minas Gerais em exposições no CAP
  • ícone de compartilhamento
Obras que se inspiram no pitoresco do cotidiano sem nunca perder a aura artística, 
com forte influência do regionalismo de Minas Gerais, têm espaço especialmente 
elaborado no Centro de Arte Popular – Cemig, localizado no coração de Belo Horizonte.

Costa e o São Francisco de 1,92m - Divulgação/CAP





































Com cinco anos de funcionamento, o museu, vinculado à Secretaria de 
Estado de Cultura e integrante do Circuito Liberdade, já se consagrou
 como lugar de apreciar a cultura de toda gente do estado, sempre com 
programação diversa e gratuita.
Virgínio Rios é um artista que na adversidade descobriu seu talento 
e encontrou o incentivo do CAP. 
Há 40 anos, o ex-funcionário público de Cataguases, Território da Mata, 
foi diagnosticado com uma patologia rara que provoca distrofia muscular. 
Suas pernas foram gradativamente afetadas, mas foram as mãos que 
desvelaram sua mais nova aptidão: a escultura em madeira de raiz.
Rios usa o formato dos troncos para talhar uma figura ou objeto de forma 
bem rústica. Além de peças para adorno, faz coisas utilitárias como móveis. 
“Estou muito satisfeito e gratificado por poder expor obras que fiz ao longo 
de tantos anos em um lugar destinado justamente para esse tipo de trabalho 
do povo de Minas”, conta o artesão de 78 anos.
A mostra de Virgínio Rios, que ocupa até 10 de março a sala de exposição 
temporária do CAP, tem curadoria de Pedro Marcos.
Também já esteve à disposição dos visitantes a exposição “O Toque Mágico”, 
de Ricardo Costa, 
natural de Dores do Indaiá, Território Oeste, que trouxe ao CAP 22 esculturas, 
feitas em madeira, pedra-sabão e cascalho, de pequeno, médio e grande porte.
As obras transitam entre temas religiosos, por meio da representação de madonas, 
cristos  e profetas, ou refletem sobre o mundo animal, usando a inventividade 
do artista. 
Na ocasião, Costa doou uma imagem de São Francisco de 1 metro e 92 centímetros, 
esculpido em madeira, que agora faz parte do acervo vitalício do espaço.
O diretor do CAP, Tadeu Bandeira, esclarece como se dá o processo que oportuniza
 as exposições: “Curadores especializados em arte popular são convidados a 
apresentarem propostas, que são analisadas pela diretoria do CAP, de modo a 
constarem posteriormente em projeto elaborado e enviado para a Lei Federal 
de Incentivo à Cultura (Rouanet)”.

"Um espaço cultural que pretende reunir e divulgar as diversas manifestações 
dos artistas que se inspiram nas tradições de nossa terra. Num estado de dimensões 
territoriais tão amplas, as expressões artísticas acompanham essa abrangência 
espacial. São muitas, de diversas naturezas, e feitas por todo tipo de gente da gente. 
Procuramos catalogar esses mestres do saber popular para dar-lhes o reconhecimento, 
difundindo suas obras para todos os cidadãos".
Tadeu Bandeira, diretor do Centro de Arte Popular


A arte popular das Minas e das Gerais
Francisco van der Poel é holandês, mas foi no Brasil, e pincipalmente em Minas Gerais, 
onde escolheu morar, que aguçou a curiosidade que as terras tupiniquins lhe despertavam.
Conhecido popularmente como Frei Chico, o pesquisador fala com propriedade do assunto. 
“A arte popular mineira é uma interpretação representativa da vida cotidiana e social dos
marginalizados. É uma forma de mostrar a dignidade de um povo que sofreu, mas que se
 expressa através de trabalhos imbricados em suas raízes. Soa como um grito de resistência”, 
afirma o estudioso dessa manifestação artística.
Frei Chico dedicou anos de sua vida percorrendo rincões brasileiros, principalmente em 
Minas Gerais, para escrever artigos com o tema. Dessa experiência ele pinça particularmente 
uma: “O Vale do Jequitinhonha é banhado pelo Rio São Francisco, que abriga o povo ribeirinho, 
ali está um universo que fala, como percebido por meio das bonecas tão características da região, 
das cantigas, das comidas típicas, dos contos; as paisagens inspiram a produção artística 
em diversas linguagens”, diz.
Serviço/Centro de Arte Popular - Cemig
Horário de Funcionamento: Terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h; quintas-feiras, 
das 12h às 21h; sábados e domingos, das 12h às 19h.
Mais informações: (31) 3222 3231
Acesso gratuito

GRITOS DE ‘FORA TEMER’ DOMINAM CARNAVAL DE BH